Azeites adulterados: o que observar na hora de comprar o seu

Alimentação Bem-estar
18 de Março, 2024
Azeites adulterados: o que observar na hora de comprar o seu

Na última semana, o Ministério da Agricultura e Pecuária determinou que supermercados varejistas e atacadistas recolham 10 marcas de azeite de oliva, vendidos como extra virgem, suspeitos de adulteração. Além da composição desconhecida, eles identificaram a produção e comercialização em condições higiênico sanitárias inadequadas em estabelecimento clandestino, ocasionando risco à saúde pública. A notícia despertou uma dúvida importante nos consumidores: como identificar os azeites adulterados na hora de comprar?

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Como identificar azeites adulterados?

Fique de olho na embalagem dos azeites adulterados

Azeites adulterados costumam vir em embalagens mais claras e até transparentes. Já um azeite considerado bom possui vidros escuros para que o óleo não oxide quando em contato com a luz.

Desconfie dos muito baratos

Estranhou aquele azeite que está muito mais barato do que os de outras marcas? Esse também pode ser um indício de adulteração!

Tipos de azeite

O azeite de oliva é uma gordura proveniente da azeitona, fruto da oliveira. Florescendo na primavera, as azeitonas passam pelo processo de maturação até o outono, época em que acontece a colheita.

A azeitona é um alimento presente na maioria das cozinhas brasileiras. Além disso, é um dos ingredientes que compõem a dieta mediterrânea, considerada uma das mais saudáveis do mundo. Existem três tipos de azeite:

  • Azeite extra virgem: o produto deve ter até 0,8% de acidez e sem defeito organoléptico/sensorial. Desse modo, ele é o que mais preserva as propriedades, o aroma e o sabor. Além disso, a acidez de até 0,8% indica que todas as etapas de processamento (maturação da azeitona, colheita do fruto, limpeza, extração e embalagem) foram realizadas de forma adequada;
  • Azeite virgem: apresenta algum defeito sensorial e/ou acidez acima de 2%. Desse modo, a recomendação é não consumi-lo, ao menos que passe por um processo de refinamento antes do consumo;
  • Azeite de oliva: o processo de refinamento do azeite remove, além da alta acidez, as substâncias aromáticas e de sabor, bem como os antioxidantes naturais, pigmentos de cor e vitaminas. Portanto, os azeites de oliva comuns (além de serem refinados) geralmente levam uma pequena quantidade de azeite extra virgem para ter um pouco mais de sabor, aroma e cor.

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